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Tony Hawk’s Pro Skater 3+4 é o segundo pacote de remakes duplos produzido pela Iron Galaxy Studios e publicado pela Activision, reunindo dois dos capítulos mais celebrados da franquia de skate mais influente dos games. Depois do sucesso de Tony Hawk’s Pro Skater 1+2 (2020/2021), a expectativa em torno desta sequência era alta — talvez alta demais.

O jogo se posiciona como um produto de nostalgia ativa: quer reconquistar quem cresceu jogando os originais de 2001 e 2002, mas também conquistar uma geração nova através do Xbox Game Pass e de plataformas modernas como PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch 2. Nesta análise, vamos destrinchar jogabilidade, apresentação visual, desempenho técnico em cada plataforma, trilha sonora, conteúdo e, principalmente, responder à pergunta que dá título a este texto: vale a pena comprar Tony Hawk’s Pro Skater 3+4?

Esta análise foi construída a partir de especificações oficiais divulgadas pela Activision e Iron Galaxy, dados de requisitos de sistema publicados nas lojas digitais, e da cobertura consolidada de veículos especializados nacionais e internacionais — não se trata de testes práticos realizados pela equipe da PlayLevel. Sempre que citamos desempenho, isso está claramente atribuído à fonte original.


Índice

  1. Visão Geral
  2. Especificações Técnicas
  3. Design e Direção de Arte
  4. Recursos e Conteúdo
  5. Desempenho
  6. Pontos Positivos
  7. Pontos Negativos
  8. Comparação com Concorrentes
  9. Para quem é indicado?
  10. Vale a pena comprar?
  11. Perguntas Frequentes
  12. Nossa Recomendação
  13. Conclusão

Visão Geral

Tony Hawk’s Pro Skater 3+4 reconstrói do zero, no mesmo motor gráfico usado em 1+2, os cenários e a jogabilidade dos jogos originais de 2001 (THPS3) e 2002 (THPS4). A dupla de jogos é historicamente relevante: o THPS3 original é considerado por muitos críticos um dos melhores jogos de skate já lançados, enquanto o THPS4 foi o primeiro da série a abandonar o formato clássico de “2 minutos por fase” em favor de um mundo mais livre e narrativo — decisão que a Iron Galaxy optou por reverter neste remake, adaptando o THPS4 de volta ao formato tradicional de objetivos cronometrados.

O produto se posiciona como continuidade direta do remake de 2020, mirando três públicos simultaneamente: fãs nostálgicos que jogaram os originais no PlayStation 2, jogadores que descobriram a franquia através do THPS 1+2, e assinantes do Xbox Game Pass Ultimate, que tiveram acesso ao jogo no dia do lançamento sem custo adicional.


Especificações Técnicas

ItemInformação
DesenvolvedoraIron Galaxy Studios
PublicadoraActivision
GêneroEsporte / Arcade de skate
PlataformasPC (Steam, Battle.net, Microsoft Store), PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series X|S, Nintendo Switch, Nintendo Switch 2
Data de lançamento11 de julho de 2025
Modos de jogoCampanha single-player, multiplayer online cross-platform (até 8 jogadores), Create-A-Park, Create-A-Skater
Classificação etáriaLivre / 6 anos (conforme classificação europeia)
Serviço de assinaturaDisponível no Xbox Game Pass Ultimate desde o lançamento
Preço padrão (Brasil)A partir de R$ 269,90
Edição Deluxe (Brasil)R$ 389,00 — inclui acesso antecipado de 3 dias e skatistas exclusivos, entre eles o Doom Slayer

Requisitos de Sistema (PC)

Segundo a página oficial do jogo na Steam e agregadores de requisitos de sistema, THPS 3+4 herda praticamente as mesmas exigências de hardware do remake anterior, THPS 1+2 — nada surpreendente, já que ambos rodam sobre a mesma base tecnológica.

RequisitoMínimoRecomendado
Sistema OperacionalWindows 10 64-bitWindows 10 64-bit
ProcessadorAMD FX-6300 / Intel Core i3-4340AMD Ryzen 5 1600X / Intel Core i5-2500K
Memória RAM8 GB12 GB
Placa de vídeoAMD Radeon HD 7950 / NVIDIA GTX 660AMD Radeon R9 390 / NVIDIA GTX 970
DirectXVersão 11Versão 11

Vale destacar que o jogo suporta taxa de quadros destravada, telas ultrawide em 21:9 e tecnologias de sincronismo variável como G-Sync e FreeSync — recursos bem-vindos para quem joga em monitores mais modernos, mesmo com uma base de requisitos relativamente modesta para os padrões de 2026.


Design e Direção de Arte

Visualmente, THPS 3+4 segue a linha estabelecida pelo remake anterior: cenários reconstruídos em alta definição, com iluminação dinâmica, reflexos em poças d’água e um nível de detalhe muito superior ao dos jogos originais de PS2. Fases como Tóquio e Foundry foram destacadas pela crítica por seu trabalho de iluminação, enquanto o pop-in de elementos no cenário — um problema comum em jogos de skate de mundo aberto ou semiaberto — foi descrito como bem controlado.

Um ponto de atenção levantado por analistas é a configuração padrão de imagem, considerada “lavada” em alguns casos sem ajuste manual de brilho e contraste — um detalhe que pode passar despercebido por jogadores menos experientes e gerar uma primeira impressão equivocada sobre a qualidade visual do jogo.

Os modelos de personagens dos skatistas profissionais são bem trabalhados, mas alguns NPCs genéricos que povoam os cenários recebem menções de terem uma aparência “meio boba” — algo que, ironicamente, remete ao charme tosco dos jogos originais. O jogo ainda conta com modo fotografia, com filtros e efeitos para capturar momentos das sessões de skate.


Recursos e Conteúdo

  • Elenco de skatistas: mais de duas dezenas de atletas, sendo 21 nomes que retornam de jogos anteriores e 8 novatos na franquia, além de personagens secretos desbloqueáveis. O elenco inclui Tony Hawk, Bam Margera, Nyjah Huston, Shane O’Neill, Aori Nishimura e um convidado especial, o ator Jack Black.
  • Representação brasileira: a medalhista olímpica Rayssa Leal e a campeã de skate street Letícia Bufoni fazem parte do elenco jogável. O skatista brasileiro Bob Burnquist, por sua vez, estrelou o vídeo promocional de lançamento do jogo, gravado no Rio de Janeiro com cenários inspirados na cidade.
  • Multiplayer cross-platform: até 8 jogadores simultâneos, unindo comunidades de PC, PlayStation, Xbox e Nintendo em modos antigos e novos.
  • Create-A-Skater e Create-A-Park: modos de customização expandidos em relação ao remake anterior, incluindo a possibilidade inédita de criar objetivos personalizados para compartilhar dentro dos parques montados pelos próprios jogadores.
  • New Game+: modo aprimorado com objetivos mais desafiadores para quem já zerou a campanha principal.
  • Fases inéditas: além das fases clássicas remasterizadas, o pacote inclui parques totalmente novos, como Pinball, Waterpark e Movie Studio — justamente os cenários mais elogiados pela crítica, citados como prova do talento da Iron Galaxy quando não está amarrada à tarefa de recriar algo já existente.
  • Trilha sonora: aqui está o ponto mais controverso do pacote. Das mais de 50 faixas que compunham as trilhas originais de THPS3 e THPS4, apenas cerca de 10 retornaram nesta versão, substituídas majoritariamente por artistas contemporâneos como Fontaines D.C., IDLES, 100 Gecs e Run The Jewels. Faixas icônicas como “TNT” do AC/DC (usada na abertura do jogo original) e “Wish” do Alien Ant Farm ficaram de fora. O próprio Tony Hawk se pronunciou publicamente defendendo a curadoria como uma decisão colaborativa voltada a representar o momento atual do skate, e não uma escolha unilateral sua.

Desempenho

Aviso de transparência: a PlayLevel não realizou testes de benchmark próprios para esta análise. As informações a seguir foram compiladas a partir de análises técnicas publicadas por veículos especializados e da documentação oficial do jogo. Sempre que os dados divergem entre fontes, isso é sinalizado explicitamente.

Consoles

Não identificamos uma análise técnica dedicada e detalhada (pixel-count completo) da Digital Foundry especificamente para as versões PS5 e Xbox Series X|S de THPS 3+4, ao contrário do que ocorreu com o remake anterior, THPS 1+2, que teve seus modos Fidelidade e Performance analisados em profundidade. Para as versões PS5/Xbox Series, a expectativa de mercado — baseada no padrão já estabelecido pelo motor gráfico do jogo — é de suporte a 4K com 60 quadros por segundo, mas não encontramos confirmação técnica independente e detalhada específica para este título nessas plataformas.

Já a versão de Nintendo Switch 2 recebeu atenção direta da Digital Foundry, que constatou desempenho de 4K a 60 quadros por segundo no modo docked, sem uso aparente de DLSS (apesar do hardware Switch 2 suportar a tecnologia). Comparativos publicados por outros veículos apontam que, embora o PS5 Pro continue à frente em detalhes de textura, sombras e efeitos avançados, a diferença entre as duas plataformas é menor do que se esperava. Ainda assim, alguns jogadores relataram quedas de quadros e travamentos ocasionais na versão de Switch 2, principalmente em fases pertencentes ao THPS4 — a Iron Galaxy parece não ter explorado totalmente o potencial do hardware neste port.

Para quem possui apenas o Switch original (não o Switch 2), o jogo roda a 30 quadros por segundo, com redução perceptível na qualidade de texturas e iluminação, mas com estabilidade descrita como consistente por análises publicadas.

PC

Como detalhado na seção de especificações, os requisitos mínimos e recomendados são deliberadamente acessíveis — um GTX 660 ou R9 390 já são suficientes, hardware que remonta a mais de uma década atrás. Isso indica um jogo tecnicamente leve, priorizando alcance de público em detrimento de recursos gráficos de ponta, o que é coerente com a proposta arcade e o público que a franquia busca atingir.


Pontos Positivos

  • Jogabilidade sólida e viciante: a base de controle herdada de THPS 1+2 é descrita de forma consistente pela crítica como responsiva, fluida e precisa — a essência da série permanece intacta.
  • Fases inéditas de altíssima qualidade: os novos parques criados pela Iron Galaxy (Pinball, Waterpark, Movie Studio) são apontados repetidamente como os melhores momentos do pacote.
  • Multiplayer robusto: cross-play entre até 8 jogadores em praticamente todas as plataformas amplia bastante a vida útil do jogo.
  • Modos de criação expandidos: Create-A-Park e Create-A-Skater ganharam profundidade em relação ao remake anterior.
  • Elenco diverso e representativo: a inclusão de Rayssa Leal e Letícia Bufoni valoriza o público brasileiro, historicamente relevante para o skate mundial.
  • Sem microtransações: diferente de outros jogos esportivos e de skate lançados recentemente, o pacote não possui cosméticos pagos ou moeda premium — tudo se desbloqueia jogando.
  • Requisitos de PC acessíveis: praticamente qualquer computador gamer montado depois de 2015 roda o jogo sem dificuldades.
  • Disponível no Xbox Game Pass Ultimate: reduz a barreira de entrada para assinantes do serviço.

Pontos Negativos

  • Trilha sonora enxuta e controversa: a redução de mais de 50 faixas clássicas para apenas 10 é o ponto mais criticado de forma unânime entre veículos especializados e comunidade de jogadores.
  • Modo carreira do THPS4 alterado: a adaptação forçada de volta ao formato clássico de “2 minutos” — abandonando a estrutura de mundo mais livre do jogo original de 2002 — é vista por parte da crítica como uma descaracterização, com objetivos simplificados e menor personalidade por skatista.
  • Fases e conteúdo faltando: nem todas as fases clássicas de THPS4 foram incluídas, e algumas passaram por alterações consideráveis em relação ao material original, o que frustra fãs mais puristas.
  • Recepção mista dos usuários no Steam: a nota de usuários na Steam é classificada como “mista”, com cerca de 68% de avaliações positivas — número consideravelmente abaixo da aprovação da imprensa especializada.
  • Ausência de análise técnica detalhada e independente para PS5/Xbox Series: diferente do remake anterior, não encontramos um comparativo técnico aprofundado e específico dessas versões, o que dificulta uma avaliação de desempenho totalmente transparente nessas plataformas.
  • Falta de inovação estrutural: para parte da crítica, o jogo é mais uma reimaginação segura do que uma reinvenção da fórmula, o que pode desapontar quem esperava por mudanças mais ousadas.

Comparação com Concorrentes

JogoPropostaPreço aproximado (Brasil)Modelo de negócioPontos fortesLimitações
Tony Hawk’s Pro Skater 3+4Remake arcade fiel, fases cronometradasR$ 269,90Compra única, sem microtransaçõesJogabilidade refinada, multiplayer cross-play, sem elenco de comprasTrilha sonora reduzida, conteúdo de THPS4 alterado
Tony Hawk’s Pro Skater 1+2 (2020/2021)Remake anterior da dupla, mesmo motorVaria conforme loja/promoçãoCompra únicaTrilha sonora mais bem recebida pela crítica na época, Metascore mais alto (89 no Metacritic)Menos conteúdo novo do que 3+4
Skate. (EA/Full Circle)Sandbox online de skate em mundo aberto contínuoGratuito (free-to-play, em acesso antecipado)Free-to-play com passe de temporada e cosméticos pagosMundo aberto persistente, atualizado por temporadas, gratuitoAinda em acesso antecipado (sem previsão confirmada de lançamento 1.0), depende de conexão constante à internet, foco em sandbox e não em objetivos estruturados como THPS

A comparação mais natural é com o próprio antecessor da franquia, THPS 1+2, que recebeu uma pontuação média ligeiramente superior no Metacritic (89 contra 84 de THPS 3+4) — em grande parte por conta da trilha sonora mais bem recebida e por não carregar o peso de “consertar” o formato de mundo livre do THPS4 original. Já frente ao Skate., da EA, a comparação é mais de proposta do que de qualidade técnica: enquanto THPS 3+4 é uma experiência estruturada, offline e definida, o Skate. é um sandbox online gratuito, em constante evolução por temporadas, mas ainda em fase de acesso antecipado no momento desta análise.


Para quem é indicado?

Jogador casual: sim. A curva de aprendizado é amigável, e sessões curtas de 2 minutos por fase se encaixam bem em momentos de lazer rápido.

Jogador competitivo: parcialmente. O multiplayer online para até 8 jogadores oferece boas disputas de pontuação, mas o jogo não tem uma cena competitiva estruturada ou suporte a e-sports.

Criador de conteúdo: sim, especialmente para quem produz conteúdo nostálgico ou de skate — o modo fotografia e a trilha sonora atualizada (com artistas contemporâneos) podem ser um diferencial para quem busca evitar problemas de direitos autorais em plataformas de streaming.

Profissional (do skate ou não): indicado para quem já conhece a franquia e busca uma releitura fiel na essência, mesmo com ressalvas em conteúdo.

Estudante / orçamento limitado: a disponibilidade no Xbox Game Pass Ultimate é o caminho mais econômico para experimentar o jogo sem compra direta.

Uso doméstico / família: classificação etária livre torna o jogo adequado para jogar em grupo, incluindo jogadores mais jovens.


Vale a pena comprar?

A resposta depende diretamente do que você espera do pacote.

Vale a pena se: você é fã da jogabilidade arcade da série e quer redescobrir fases clássicas com visual atualizado, se você valoriza multiplayer cross-platform robusto, ou se você é assinante do Xbox Game Pass Ultimate — nesse caso, experimentar o jogo tem custo zero adicional.

Não vale a pena, ou vale esperar uma promoção, se: a trilha sonora original de THPS3 e THPS4 é parte essencial da sua nostalgia — a redução de faixas é um corte real de conteúdo emocional, não apenas cosmético. Também vale esperar se você prioriza fidelidade absoluta ao modo carreira original de THPS4, já que a estrutura foi alterada de forma considerável.

De forma direta: para quem busca uma experiência de skate arcade divertida e bem executada na jogabilidade, o produto entrega. Para quem busca reviver integralmente a experiência sonora e narrativa dos jogos originais de 2001-2002, a expectativa deve ser ajustada antes da compra.


Perguntas Frequentes

1. Tony Hawk’s Pro Skater 3+4 está no Xbox Game Pass? Sim, o jogo esteve disponível no Xbox Game Pass Ultimate desde o dia do lançamento, em 11 de julho de 2025.

2. Quanto custa Tony Hawk’s Pro Skater 3+4 no Brasil? O preço padrão de lançamento foi R$ 269,90, com a edição Deluxe custando R$ 389,00.

3. O jogo tem crossplay entre plataformas? Sim, o multiplayer online suporta cross-play entre PC, PlayStation, Xbox e Nintendo Switch/Switch 2, com até 8 jogadores simultâneos.

4. Preciso ter jogado THPS 1+2 antes? Não é necessário. O pacote é independente e não exige conhecimento prévio de outros jogos da franquia.

5. O jogo roda bem em PCs mais antigos? Sim, os requisitos mínimos são relativamente baixos para os padrões atuais, exigindo hardware equivalente a uma GTX 660 ou R9 390.

6. Quantas músicas originais dos jogos de 2001 e 2002 retornaram? Aproximadamente 10 faixas do total de mais de 50 músicas presentes nas trilhas sonoras originais.

7. Existe modo carreira separado para THPS3 e THPS4? Sim, os dois jogos mantêm campanhas distintas, mas a estrutura do THPS4 foi adaptada de volta ao formato clássico de objetivos cronometrados de 2 minutos, diferente do jogo original de 2002.

8. THPS 3+4 tem microtransações? Não. O pacote não possui cosméticos pagos ou moeda premium — todo o conteúdo é desbloqueado por meio da progressão normal do jogo.

9. O jogo está disponível para Nintendo Switch 2? Sim, e a versão foi destacada por rodar a 4K e 60 quadros por segundo no modo docado, segundo análises técnicas publicadas.

10. Existe versão para o Nintendo Switch original (não o Switch 2)? Sim, rodando a 30 quadros por segundo com qualidade visual reduzida em relação às versões de nova geração.


NOSSA RECOMENDAÇÃO

Maior qualidade: a jogabilidade arcade refinada, herdada do bem-sucedido remake anterior, aliada às fases totalmente novas criadas pela Iron Galaxy — provavelmente o melhor conteúdo do pacote.

Maior limitação: a trilha sonora drasticamente reduzida em relação aos jogos originais, um elemento historicamente central para a identidade cultural da franquia.

Melhor custo-benefício: assinantes do Xbox Game Pass Ultimate, que podem experimentar o jogo completo sem custo de compra adicional.

Alternativas interessantes: para quem busca uma experiência de skate gratuita e em constante evolução, vale acompanhar o desenvolvimento do Skate. (EA/Full Circle), ainda em acesso antecipado. Para quem prioriza a trilha sonora original mais preservada, THPS 1+2 continua sendo uma opção válida e, em geral, mais barata em promoções.

Quando comprar: se você já sabe que a jogabilidade arcade e o multiplayer são o que mais importa para você, e está confortável com uma trilha sonora renovada.

Quando esperar: se a nostalgia sonora específica dos jogos originais é fundamental para sua experiência, ou se você prefere aguardar uma promoção de preço antes de decidir.


Conclusão

Tony Hawk’s Pro Skater 3+4 não é uma recriação perfeita dos clássicos de 2001 e 2002, e a Iron Galaxy não escondeu isso: a trilha sonora reduzida e as alterações no modo carreira do THPS4 são cortes reais, sentidos com mais intensidade por quem viveu os jogos originais. Ainda assim, na base — naquilo que sempre definiu a franquia, a sensação de deslizar, encadear manobras e completar objetivos contra o relógio —, o pacote entrega uma experiência sólida, bem avaliada pela crítica especializada e reforçada por fases inéditas de qualidade notável.

Quem deve comprar: fãs da jogabilidade arcade da série, jogadores que valorizam multiplayer cross-platform robusto, e assinantes do Xbox Game Pass Ultimate.

Quem deve procurar outra opção, ou pelo menos esperar uma promoção: quem tem a trilha sonora original como parte inseparável da nostalgia, ou quem busca fidelidade máxima ao modo carreira original de THPS4.

Para continuar sua pesquisa antes de decidir, confira também nossos outros conteúdos: nosso comparativo entre PS5 e Xbox Series X, nosso guia dos melhores jogos de esporte e arcade da atual geração, e nossa análise de Tony Hawk’s Pro Skater 1+2 para quem quer entender de onde vem a base deste remake.

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